Posts com a Tag ‘Crítica’

  • [CRÍTICA] Cavalo de Guerra (War Horse) o filme mais bonito dos indicados ao Oscar 2012

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    Gente, são duas horas e meia de filme que passam voando! Você nem sente que o tempo passou e quando o filme acaba você quer continuar assistindo a vida do cavalo Joey e o seu dono Albert (Jeremy Irvine). O filme trata exatamente sobre amizade, seja ela entre o cavalo e seu dono, o dono e seu melhor amigo e até mesmo o cavalo e um outro cavalo que passam por poucas e boas juntos. Amizade sincera, honesta e sem interesses é a forma mais bonita de amor e o filme mostra cada detalhe dessa história. Tudo isso é mostrando pela visão do diretor e mestre Steven Spielberg que está concorrendo ao Oscar 2012 em quatro categorias incluindo Melhor Filme.

    Um belo dia nasce um cavalinho que assim que cresce é posto a leilão pelo seu dono que não tinha condições de sustentá-lo. Um rapaz chamado Albert se apaixona pelo cavalo e mesmo sem condições seu pai decide pagar um dinheirão pelo animal, que foi chamado de Joey. Por ser um cavalo ainda novo, não era treinado e não servia para arar o campo e o pai de Albert não consegue pagar o preço todo pelo animal.


    Mas Albert decide treiná-lo e com muita dedicação e amizade Joey surpreendentemente consegue arar todo o campo rochoso de sua fazenda. Porém, com a chegada da guerra o pai de Albert se vê obrigado a vender o cavalo para sobreviver e então começa a jornada de Joey pela guerra, encontrando pessoas boas e outros totalmente sem coração! Mas Albert não perde as esperanças de reencontrar seu grande amigo!

    Particularmente eu não gosto muito de filmes de guerra, mas esse filme é completamente diferente de todos que eu já assisti, é lindo, simples e cheio de mensagens boas! Assista você vai se emocionar com esse cavalinho milagroso!

  • [CRÍTICA] “Precisamos falar sobre o Kevin” pra mim foi tempo perdido!

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    Bom, eu vou explicar por que o filme “Precisamos Falar Sobre o Kevin” (We Need to Talk About Kevin, 2011), pra mim foi tempo perdido. O filme é chato, lento de mais, tem cenas enormes sem nenhum significado, tem MUITAS pausas dramáticas onde os atores ficam imóveis e você acha que o filme travou. Enfim, o filme é uma adaptação do livro homônimo de Lionel Shriver.

    Não li o livro mais acredito que seja mil vezes melhor que o filme, a história é boa, já é um pouco batida na verdade, mas a forma como eles abordaram mostrando deste o nascimento de Kevin, que ele tinha realmente problemas, apesar de não explicarem quais cientificamente falando eram eles.

    A protagonista e mãe de Kevim, Eva (Tilda Swinton, que fez o anjo Gabriel em Constantine) sofre desde o nascimento de seu filho que trava uma batalha com a mãe desde cedo, desde pirraças a agressões físicas. A relação é assustadora, mas a interpretação de Tilda deixa muito a desejar ou então ela estava interpretando uma mulher sofrida que não demonstra um pingo de seus sentimentos. O revoltado Kevin quando ainda pequeno realmente dá um show e passa pra gente o que realmente é um menino pestinha e mal criado. Já o revoltado Kevin adolescente é aquela coisa, né? Dá pra deixar passar, mas sem muita ênfase.

    Como eu falei o filme é chato, mas você assiste até o final pra saber como aquela mãe sofrida, ficou dão devastada e o que o revoltado Kevin aprontou para ter ido parar na cadeia e quando o final chega você fica com aquela sensação de “por que diabos não mostraram a cena direito”? O filme nem empolga pra ver os atores gatos, nas cenas em que eles ficam calados e parados, por que eles são horríveis. Pra quem gosta desse tipo de filme de arte, assista, eu de fato não gostei.

  • [CRÍTICA] “O Artista” o grande favorito ao Oscar 2012 na nossa opinião!

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    Conforme o prometido, vou contar exatamente o que eu achei sobre o filme “O Artista” que vem ganhando praticamente todos os prêmios que tem sido indicado. O longa não se trata de um filme convencional para a nossa época, retratado na década de 20 mostra o auge do cinema mudo e a decadência de um ator, quando o cinema passa a ter som. Todo em preto e branco e praticamente todo mudo, o ator principal só pronuncia uma única frase “Com prazer”.

    Mas o filme não se trata só sobre a carreira do aclamado ator Geroge Valentim (Jean Dujardin) o filme fala sobre o amor, sobre admiração e a cima de tudo o respeito entre um homem e uma mulher. Peppy Miller (Bérénice Bejo) era uma mulher simples que sem quis ser atriz, até que esbarra sem querer com o grande astro do cinema e vira capa de jornais. E a partir dai sua carreira começa a decolar, jovem e dotada de talento logo ela vira a queridinha da América, enquanto seu querido amigo Valentim desmorona. Tudo parece acontecer de uma vez, a chegada do cinema falado, a busca por atores mais jovens, a quebra da bolsa de Nova York em 1929 e o fracasso de seu último filme. Então, George Valentim declara falência.

    A grande lição do filme é mostrar que toda ação tem sua reação, e a partir do momento que ele ajudou aquela pobre mulher cheia de sonhos, ele ganhou para sempre um anjo da guarda. E daqui por diante eu não vou contar o final, né? Quero que vocês assistam por que com 10 indicações ao Oscar 2012, “O Artista” com certeza vai se destacar. E quero deixar bem claro que é um filme de Oscar, não espere ação e sangue, espere uma linda história contada da forma mais antiga e admirável possível.

    Considerações finais: John Goodman faz uma interpretação incrível como o chefão dos estúdios Kinograph Motion Picture Company, onde os atores principais trabalham.

    E quando vocês assistirem o filme reparem logo no início do filme na chegada de Peppy Miller ao Kinograph, ela vai interagir com um velhinho que faz pouco caso dela, por ela não ser famosa. Sabem quem é ele? O ator Malcolm McDowell, que fez “Laranja Mecânica” e “Calígula” bem envelhecido, é só uma pontinha que ele faz.

    Assista e viaje pelo tempo!

  • Atenção! Alcatraz a nova série de J.J. Abrams vicia, tome cuidado!

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    “Em 21 de março de 1963, Alcatraz foi oficialmente fechada, devido aos altos custos e as más condições de instalação. Todos os prisioneiros foram transferidos da ilha. Mas não foi isso que aconteceu… De forma alguma.”

    Confesso que relutei um pouco para assistir o primeiro episódio de Alcatraz, os atores não me empolgaram nem um pouco. Jorge Garcia (o Hurley de Lost) nunca me agradou, estava sempre suado, medroso e atrasando as pessoas na antiga série de J.J. Abrams, em Alcatraz não é muito diferente não, ele vive o Dr. Diego Soto, que é um escritor mundialmente conhecido pelos livros que escreveu sobre Alcatraz, ele serve como um consultor da Detetive Rebecca Madsen (Sarah Jones).

    A atriz Sarah Jones é novata como protagonista, em sua carreira só fez pequenas participações em House, Big Love e Cold Case, eu realmente não lembrava dela. Na estreia podemos dizer que ela foi bem, ela faz toda a parte pesada da série, corre atrás dos bandidos e é a única da dupla dinâmica que carrega uma arma.

    Do trio principal só falta apresentarmos Emerson Hauser (Sam Neil de Jurassic Park) que era um guarda de Alcatraz, que descobre um misterioso desaparecimento na prisão e passa a vida tentando desvendar o mistério. Sim, ele tem uma Batcaverna, segundo o engraçadinho Dr. Soto.

    A história começa mostrando Alcatraz em 1963, quando dois guardas fazem a ronda noturna e descobrem que 302 pessoas, entre funcionários e presidiários, sumiram inexplicavelmente da prisão, uma vez que ninguém nunca fugiu de Alcatraz, a prisão fecha declarando custos altos e más condições das instalações. Nos dias de hoje um rapaz chamado Jack Sylvane (Jeffrey Pierce) acorda na cela de Alcatraz, atualmente ponto turístico de São Francisco. Ele retorna exatamente como sumiu a 50 anos, com uma missão e uma vingança para realizar.


    Rebbeca por sua persistência em investigar o caso acaba sendo contratada por Hauser e leva o Dr. Diego Soto junto com ela. Pelo o que percebemos dos 302 desaparecidos, 63 eram presos perigosíssimos e a cada episódio eles terão que encontrar os bandidos que forem reaparecendo e desvendar aos poucos o que foi acontecendo com eles. Pelo menos assunto vai ter durante um bom tempo e a Sarah Jones é novata nessa função, mas consegue prender a nossa atenção.

    É como eu digo a história é de J.J. Abrams assista, por que com certeza é boa, mesmo que os atores não tenham sido escolhidos com tanto carinho quando o enredo. Assisti os dois primeiros episódios e já posso dizer que Alcatraz entrou para nossa “pequena” listinha de séries, por se tratar de um local histórico e de uma história realmente instigante. Prefiro não fazer comparações com Lost e Fringe, mas quando você assiste dá pra notar diversas referências e padrões com as séries, se bem que desde Alias que J.J. Abrams gosta de divisões secretas e motivos obscuros e sempre foi um sucesso, então não perca Alcatraz.

    Filmada em Vancouver, Canadá, a primeira temporada de Alcatraz tem 13 episódios produzidos e passará aos domingos na Warner Channel.

    Assista o promo do terceiro episódio, chamado “Kit Nelson”:

  • Lana Del Rey está mais pra Cardigans do que Amy Winehouse! Conheça a promessa de 2012!

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    Vamos lá causar mais uma vez. A cantora Lana Del Rey é a grande promessa para 2012, ela está chegando devagar e querendo ocupar o lugar da pessoa errada. Calma, nós vamos explicar! A critica fonográfica está considerando ela a nova Amy Winehouse. Ouça o novo clipe “Born To Die“:

    Ai eu paro e me pergunto o que diabos têm a ver Deus? Não estamos desmerecendo o trabalho dela, até por que esse clipe é simplesmente lindo! Mas, eu tive que aumentar o volume das minhas caixinhas de som pra ouvir direito a voz dela, coisa que para músicas da Amy não é necessário.

    Lane Del Rey não canta Soul, não usa o cabelo embolado pra fazer o volume como era o da Amy, nem os olhos pretões… Ou seja, nem fisicamente, nem musicalmente existe alguma semelhança! Se querem colocar alguém no lugar da Amy, Adele tá ai gente, fazendo muito bonito e ainda é britânica!

    Vamos então citar uma voz que lembre um pouco a da Lana, a vocalista do Cardigans! Parece muito mais, separe a voz das baladinhas e veja se não é melhor comparar com ela, já que isso é tão necessário!

    Os pontos positivos da Lana Del Rey são com certeza a beleza e a musiquinha caminha que você escuta quando está com dor de cotovelo. Eu particularmente, adoro! O fato é, todas foram influenciadas pela diva Nina Simone e cada uma adotou um estilo diferente, eu tenho certeza que na indústria da música tem lugar pra todas elas e não existe a necessidade de substituições.

    Ah, detalhe se a atriz Lauren Bacall quisesse processar a Lana Del Rey pelo estilo do cabelo, ela processava e ganhava, viu? É idêntico!

  • [CRÍTICA] O Discurso do Rei (The King’s Speech)

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    Depois de algumas rainhas (Elizabeth I, Vitória, Elizabeth II) terem suas figuras exaltadas no cinema, chegou a vez de um rei ganhar uma lapidada na imagem, para que o povo saiba que “monarcas também são humanos” e, para além disso, bonzinhos.

    No caso do rei em questão, George VI, o defeito escolhido para representá-lo foi a sua gagueira. A dificuldade na fala, que poderia ser problema pequeno na vida de uma pessoa comum, torna-se um grande impecilho na vida do rei, não só pelo má comunicação, mas também pela baixa estima que aquilo impunha-lhe e que, por consequência, poderia afetar o seu reinado – já debilitado pela morte do pai, pela repentina renúncia do antecessor, o irmão mais velho, e pela iminência da entrada da Inglaterra na 2ª Guerra Mundial.

    Estimulado pela mulher, George vai buscar a ajuda de um fonoaudiólogo, Lionel Logue. A relação entre os dois não se limitaria a apenas médico-paciente, transformando-se numa amizade inusitada e importante para ambos.

    Colin Firth (“Direito de Amar”) vai além do que meramente interpretar o rei, como incorpora com perfeição seus cacoetes, sua garra escondida pela deficiência oratória e sua arrogância impregnada pela importância. A gagueira perfeita tem rendido a ele inúmeros prêmios e pode valer ouro na corrida pelo Oscar.

    Para peitar uma atuação desta de igual para igual, só mesmo uma figura forte como Geoffrey Rush (“Os Contos Proibidos do Marquê de Sade”), mostrando muita autoconfiança e competência. E na outra ponta forte, Helena Bonham Carter (“Alice no País das Maravilhas”) volta aos papéis “normais” e faz seu papel com sutileza, mostrando que não enferrujou como ser humano, depois de tantos personagens bizarros e sobre-humanos.

    Com um roteiro intimista – e maravilhoso – em mãos, o diretor Tom Hooper (“Maldito Futebol Clube”) enfatiza as cenas das aulas e a relação de George e Lionel, minimiza o governo do rei e o trás para mais perto do povo. Exalta também o bom trabalho da direção de arte, mostrando muitos detalhes dos cenários, mas exagera na repetição de recursos de câmera, como uma enxurrada de lentes angulares que vão do criativo ao enjoativo em pouco tempo.

    Filme de Oscar, sua perfeição quadrada e santidade calculada parecem ter sido frutos de encomenda da Rainha. Tem força para desbancar seus concorrentes, mas não necessariamente com méritos suficientes para tal. É uma fábula, mas do que tudo. E ganha por ser simpática e singela.

    “O Discurso do Rei” é sim, um filme extraordinário, um triunfo das boas e pequena histórias, junto à crítica e ao público, arrecadando mais de 120 milhões de dólares pelo mundo, tendo disposto de um orçamento modesto, de 15 milhões. Mas ainda há de chegar o dia em que um corajoso vai peitar a monarquia inglesa e realizar um filme – que não seja adaptação de Shakespeare – que exponha os podres da realeza e não se limite a exaltá-la.

    Critica por: Fred Burle

    Trailer:

    Horários de Exibição nso Cinemas:
    UCI Tacaruna
    13:30 | 16:00 | 18:30 | 21:00 | 23:35

    UCI Kinoplex Casa Forte
    13:20 | 15:50 | 18:20 | 20:50 | 23:20

    UCI Recife
    13:10 | 15:40 | 18:10 | 20:40 | 23:10

  • [CRÍTICA] Jogos Mortais – O Final

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    Sinopse: Depois de sobreviver a uma das armadilhas de Jigsaw, Bobby escreveu um livro de auto-ajuda sobre a experiência. Jill, viúva do assassino, está fugindo de Hoffman e decide entregá-lo à polícia em troca de proteção.

    Há sete anos uma dupla de jovens realizadores trouxe uma produção de suspense psicológico instigante com Jogos Mortais. Depois do primeiro filmes, segui-se uma série de sequências anuais com o compromisso de manter uma grande reviravolta no final de cada episódio.

    Após tanta mexida na trama, Jogos Mortais – O Final (Saw 3D) mostra sinais de uma franquia exaurida. Os dois primeiros filmes conseguem segurar-se, mas a série apelou para a sanguinolência muitas vezes gratuita a partir de Jogos Mortais 3. Daí em diante foi só ladeira abaixo.

    No quinto longa, fica tão difícil continuar surpreendente que os roteiros começam a remendar o começo da saga e a trazer novos fatos aos primeiros filmes. O que foi planejado para fazer o espectador ficar de queixo caído torna-se irritante. É preciso um limite de quanto se adultera certas coisas.

    Um exemplo ilustrativo: até o quarto filme, sabemos que Jigsaw começou seus assassinatos sozinho e só conseguiu uma parceira no crime a partir de Jogos Mortais 2. Eis que chega o quinto capítulo da saga e diz que, na verdade, John Kramer sempre teve a assistência de Hoffman. Este, por sua vez, assumiu o legado de seu mentor. Um pouco tarde demais para mudar algo tão primordial.

    Os fãs da franquia certamente irão conferir como é o final (espera-se) da história. O problema é que, depois de tantos anos sendo enganado (no bom sentido) pelas mesmas artimanhas, fica mais fácil perceber onde estão as maracutaias do roteiro. Com isso, a grande surpresa final fica bem fraca, pois muitos espectadores já sabem onde a narrativa irá se apoiar para tentar o novo golpe dramatúrgico.

    Uma novidade inegável na série é o fato de que Jogos Mortais – O Final é o primeiro filme de Jigsaw com projeção 3D. Os efeitos não são diferentes do que já se viu em outros terrores que exploram essa pirotecnia. É como se, no último filme, a produção usasse uma roupa nova por se tratar de uma ocasião especial.

    Crítica por: Edu Fernandes (CineDude)


  • Miley Cyrus apela em novo vídeo sensual, proibido para menores

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    Miley Cyrus apela em novo vídeo sensual, proibido para menores

    Miley Cyrus parece seguir os passos de toda cantora meiguinha que começa com o público adolescente e termina apelando posteriormente para clipes sensuais, tentando segurar a fama. O Parents Television Council, um grupo que trabalhou com ela ainda no Programa de TV Hannah Montana, emitiu uma condenação forte à TMZ hoje 12, sobre seu novo trabalho, “Can’t Be Tamed”.

    “É lamentável que ela tenha feito um vídeo sensualizando como este”, Tim Winter, presidente da PTC, disse ao TMZ. “Isso envia mensagens para sua base de fãs que são exatamente o oposto a tudo o que ela tem feito até este ponto. Miley construiu sua fama e fortuna totalmente nas costas das meninas e entristece-nos que ela esteja tão ansiosa para se distanciar destes fãs tão rapidamente”, concluiu Winter.

    O site HollywoodLife.com disse em sua publicação que odeia dizer “nós avisamos” e concluíram com o desapontamento, pela atriz escolher a via de sexualizar-se para “vender” a imagem de novo.

    Além de andar na rua com seu sutiã mostrando várias vezes, para sair em bares e mais de 21 clubes, para simular sessões pegação no seu novo vídeo, para dar colo danças com homens mais velhos… Miley, você não estava definida a ser vista como uma Lolita moderna, ou seja, um objeto sexual para homens mais velhos.

    Mas vender a sexualidade adolescente-menina não funcionou tão bem quanto para Britney Spears em “Hit Me Baby One More Time”. Você pode não gostar de Miley, mas sobre sexualizar-se, inspirou uma grave reação dos pais.

    Assista:

  • Ne-Yo critica músicos movidos por dinheiro

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    Ne-Yo criticou os compositores de hoje - alegando que estão apenas interessados em dinheiro. (Foto: Divulgação)

    O cantor de ‘Closer’ – que além de ocupar o topo das paradas de sucesso também já escreveu hits pop para vários artistas com o time de produção Stargate, incluindo ‘Irreplaceable’ para Beyonce Knowles e ”Take A Bow’ para Rihanna – está decepcionado com a leva atual de compositores, por conta da sua “superficialidade”.

    Ele disse: “As razões pelas quais as pessoas fazem música mudaram. Lembro do tempo em que as pessoas faziam música pela alegria que isso as trazia. Hoje em dia só querem ganhar dinheiro, e podemos ouvir isso. Tudoparece a mesmacoisa: é superficial, vazio. Eulevo a sério.

    Ne-Yotambémrevelouquedesistiu de tocarguitarrapornãogostar das cordas de açomachucandoosseusdedos.

    Ele disse: “Não me disseram que aprender a tocar guitarra machuca. Seusdedossagram e doem.Eupensei, ‘Issonão é sexy, nãogosto disso‘”.

    E foiaíqueeudesisti.Pensei, ‘Não não, estou bem assim.’ Tocar guitarra não é a coisa mais sexy do mundo. Quando você aperta a mão de alguém, você está com mãos que parecem uma lixa. Não, obrigado.

  • Primeiro episódio de “The Event” lembra “Flashforward”

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    Primeiro episódio de "The Event" começa curioso e cheio de mistérios

    Para os fãs de Flashforward, que ficaram saudosos com o cancelamento da série, a nova da NBC “The Event” tem um pouco deles. O episódio piloto foi ao ar ontem 22, nos Estados Unidos e nós assistimos e apresentaremos para vocês.

    A série vai e volta várias vezes pro passado e pro momento chave do episódio, a tentativa de assassinato do presidente dos Estados Unidos, Elias Martinez (Blair Underwood). O primeiro minuto do episódio pode-se notar que algo misterioso acontece cortando o sinal de todos os equipamentos eletrônicos que estão perto da casa de praia do presidente, inclusive câmeras dos repórteres presentes. Em seguida a série faz uma apresentação de seus personagens, começando por Sean Walker (Jason Ritter) nosso mocinho.

    Sean namora Leila Buchanan (Sarah Roemer) e está prestes a pedi-la em casamento quando conhece dois estranhos em viagem num cruzeiro, que os distraem e acabam separando-os. Quando Sean volta para o quarto para encontrar Leila, todos os seus registros no navio sumiram toda sua bagagem e inclusive sua namorada.

    Uma conversa entre o presidente, o vice e seus líderes mostram que existe um “evento” que irá acontecer e que precisam deixar a população a par da situação para prevení-los e protegê-los, mas claro que ainda não foi revelado, para manter o suspense. Os dados que temos são 97 pessoas, presas em uma base secreta no Alaska e que apresentam um real perigo para a humanidade, diretor da Nacional Intelligente (NI) Blake (Zeljko Ivanek), quer fechar a base e escondê-los da população, mas ainda não sabemos o porquê.

    Ao pedir socorro para os pais da moça, Sean descobre que sua sogra está morta, sua cunhada também foi sequestrada e seu sogro Michael (Scott Patterson), esta sendo chantageado para fazer um plano sujo. Na tentativa de achar Leila, Sean é capaz de tudo inclusive de impedir que seu sogro cometa uma loucura.

    Com idas e vindas que cansam um pouco, porém esclarecem bastante sobre o que estaria acontecendo “The Event” começou bem e parece ocupar o lugarzinho que Flashforward deixou em nossos corações. Mas vem muitas surpresas por ai, afinal ou a segurança do presidente americano é de outro mundo, ou outro mundo está bem próximo de nós. Espero sinceramente que não tenha nada a ver com “The 4400″, por que séries com pessoas abduzidas e invasões alienígenas, nós já temos a nossa “V”. Fiquei curiosa para ver o segundo episódio, esse vai pra minha lista.

    The Event é do criador de “The 4400″ Nick Wauter, o que nos dá uma boa razão para esperar alienígenas nesta série e conta com um elenco conhecido, entre eles: Jason Ritter (“Joan of Arcadia”, “The Class”), Scott Patterson (o Luke de “Gilmore Girls”), Laura Innes (“E.R.”), Blair Underwood (“Dirty Sexy Money”) e Zeljko Ivanek (“Damages”), entre outros.

    “A TENTATIVA DE ASSASSINATO, NÃO É O EVENTO
    O DESAPARECIMENTO, NÃO É O EVENTO
    O SEGREDO DA CIA, NÃO É O EVENTO
    QUAL É O EVENTO?”

    Quem quiser baixar o episódio 01×01 The Event em RMVB legendado, clique aqui.

    Assista o trailer e o promo:

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