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  • Documentário sobre Ayrton Senna estréia nos cinemas em novembro

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    Ayrton Senna da Silva (Foto: Divulgação)

    Dia 12 de novembro, estrategicamente na primeira sexta-feira após o Grande Prêmio em Interlagos, a Universal Pictures faz o lançamento mundial nos cinemas do documentário com a trajetória da carreira de Ayrton Senna. O piloto é considerado um herói brasileiro por muita gente, mas a produtora britânica Working Title largou na frente e é a primeira a finalizar um documentário sobre o tricampeão da Fórmula 1.

    “Senna”, distribuído pela Paramount Pictures, deverá ser lançado em seis capitais brasileiras, segundo informações da assessoria de imprensa da distribuidora. O filme é um documentário que foge ao padrão costumeiro. É conduzido por uma narrativa que encadeia imagens da carreira e da vida pessoal, obtidas com a família, a Rede Globo e a FOM, a empresa responsável pelos direitos comerciais da F-1. Não há depoimentos gravados de pessoas ligadas ao piloto.

    O Japão, país onde Senna é mais idolatrado depois do Brasil, terá a oportunidade de ver primeiro a produção, que será lançada lá dia 8 de outubro. Os ingressos já estão sendo comercializados pela internet por lá. Algumas salas já venderam 60% das entradas em apenas três dias. Um dos motivos que explicam a fama de Senna no Japão é o fato de ele ter utilizado os motores da Honda. Além disso, ele obteve seus três títulos da F-1 no circuito de Suzuka.

    A direção ficou a cargo de Asif Kapadia, jovem britânico com ascendência indiana, de apenas 38 anos. Na versão distribuída para os países de língua inglesa, o filme tem um subtítulo – “Beyond the Speed of Sound” (Além da Velocidade do Som).  Senna teria completado 50 anos em março.

  • [CRÍTICA] Rec 2! Estreia nos cinemas nesta sexta!

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    O medo de que continuações estraguem a imagem boa que temos de determinados filmes sempre toma conta quando os produtores anunciam que aquela história pode virar franquia. Felizmente, de uns tempos para cá, a exigência de haja um mínimo de decência nos roteiros dessas continuações têm impedido algumas catástrofes.

    Depois de ceder os direitos para uma refilmagem infame em Hollywood (denominada Quarentena), os diretores e roteiristas de REC (o original espanhol), Jaume Balagueró e Paco Plaza resolveram tentar fazer desta sequência o mesmo sucesso que fizeram em 2007… e conseguiram.

    O filme se passa no mesmo prédio em que um vírus havia tomado conta dos moradores e transformado-os em uma espécie de zumbis possuídos pelo demônio. Inicia-se logo depois do término da primeira parte.

    Um grupo de policiais, acompanhado de um suposto agente do ministério da saúde, entram no prédio lacrado para tentar resolver o mistério que o ronda e retirar de lá possíveis sobreviventes.

    O tal agente é aquele conhecido perfil de personagem que possui informações privilegiadas e que obviamente não as fornecerá com facilidade, causando revolta naqueles que o acompanham. Um figura batida e de interpretação sofrível, pelo ator Johnattan Mellor.

    Assim como no primeiro, a equipe técnica transforma-se em personagem, um recurso necessário, já que vários personagens carregam câmeras, na intenção de fazer um registro para posteriores estudos. Esta presença de mais que uma câmera possibilitou uma maior variedade de ângulos e subjetividades, além de proporcionar recursos de montagem do filme, que conferiu maior dinamismo e até mesmo uma não-linearidade advinda do surgimento bem sacado de outros personagens.

    Mais zumbis e mais ação e sangue do que na primeira vez, REC: Possuídos calca seus argumentos numa trama que envolve satanismo e rituais de exorcismo, que sempre rendem assunto no cinema e que neste caso soaram coerentes, já que este era um assunto que o primeiro já havia iniciado uma abordagem. Não há nesta sequência a mesma angústia gerada pelo primeiro, pelo fato de que neste, o espectador já sabe mais ou menos o que está acontecendo. Mas a tensão – resultado da falta de trilha sonora e da pouca visibilidade, com propositais problemas nas lentes das câmeras ou problemas no som – de que a qualquer momento novos zumbis podem surgir e a curiosidade de saber como a história terminará permanece.

    Tudo isso poderia ir por água abaixo se o desfecho não fosse bom, mas ele satisfaz e aponta para uma outra sequência, que pode ser muito boa, mas que também pode perder o brilho que a linguagem dos planos subjetivos deu às duas primeiras partes. É esperar para ver.

    É bem verdade que REC: Possuídos não possui o mesmo tom de inovação do primeiro, mas continua com a mesma inteligência e suspense de arrepiar.

    Trailer:

    Crítica por: Fred Burle (Fred Burle no Cinema)

  • Jennifer Aniston rouba atenções na première do filme The Switch

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    Jennifer Aniston rouba atenções na première do filme The Switch

    A première da comédia romântica The Switch (Coincidências do amor), aconteceu no último dia 16, no Arclight Hollywood at the Cinema Dome em Los Angeles. No elenco nomes como Jennifer Aniston, Juliette Lewis e Jason Bateman. Porém o grande bafafa do dia não foi bem o filme e sim Brad Pitt. Jennifer Aniston disputou a atenção dos jornalistas enquanto passava pelo tapete vermelho, uma vez que Angelina Jolie também estava lançando seu novo filme “Salt”, no mesmo local. E me desculpem os fãs de Jolie, mas Aniston arrasa sempre!

    Como se não bastasse a coincidência, sua colega de elenco Juliette Lewis também teve um affair com o galã no início de suas carreira, mas ao contrário da esposa de Brad, elas são amiga. Ufa, menos mal. Veja o que Lewis falou sobre Aniston ao bloggeiro Perez Hilton:

    “É óbvio que temos uma história em comum, mas não ficamos conversando sobre Brad. Nós tivemos uma conexão e afeição instantânea e eu a amo. Para Jennifer, estar com Brad foi um casamento muito profundo. Para mim, foi só um namorico de colegial. Brad e eu ficamos juntos no início de nossas carreiras. Depois, ele se tornou essa grande estrela.”

    Vestindo apenas um top cor-de-rosa e uma minissaia preta e brincos longos, que acompanhavam o comprimento do cabelo Jennifer Aniston arrebatou todos os olhares. Já Juliette Lewis conseguiu arranca vários burburinhos entre os presentes, ao surgir com os cabelos azuis.

    O blockbuster, foi dirigido por Josh Gordon e Will Speck que conta a história de uma mulher solteira aos 40 anos (Aniston), que faz uma inseminação artificial para engravidar. Passados sete anos, após ela dar a luz encontra um velho amigo (Bateman) que esconde alguns segredos sobre o esperma que teria doado.

    Veja as fotos:

    Jennifer Aniston na première de The Switch

    The Switch, que estreia no Brasil em 17 de setembro, teve lançamento em Hollywood com presença do elenco.

    Juliette Lewis também já namorou o ex-marido de Aniston, Brad Pitt

    Mas, as duas mantém uma amizade sólida

    No longa, Aniston vive uma mulher que resolve engravidar aos 40 anos e recorre a um banco de esperma para realizar o feito. Na foto, o elenco do longa: Juliette Lewis, Jennifer Aniston, Jason Bateman, Thomas Robinson e Patrick Wilson

    Jennifer Aniston ao lado dos atores Jason Bateman e Thomas Robinson

    Fotos: Mario Anzuoni/Reuters

  • [Crítica] Salt com Angelina Jolie

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    Eu adoro ver o sexo feminino dando porrada, como nos recentes Kick Ass e À Prova de Morte. Sendo Angelina Jolie a nova (velha) carrasca em destaque, as chances para mais um filme empolgante pareciam boas. Mas tê-la num filme de ação não é sinônimo de qualidade, como pode ter pensado o diretor Phillip Noyce ao escalar a boca mais sexy do mundo para seu filme.

    Jolie interpreta Evelyn Salt, uma mulher misteriosa, que será o mote de todo o filme: caberá ao espectador descobrir se ela é ou não uma espiã russa infiltrada na CIA. E só o espectador poderá chegar a alguma conclusão sobre esta questão (sério).

    Angelina Jolie é muito boa para fazer filmes de ação, mas definitivamente não tem feeling para escolher bons roteiros do gênero – vide, além deste, os dois Tomb Raider e Procurado. Fazendo-lhe companhia no time dos “sem faro” está Liev Schreiber (X-Men Origens: Wolverine), que eu ainda acho que devia parar de atuar e seguir carreira na direção de bons filmes, como o fez com seu filho único Uma Vida Iluminada.

    O puro clichê em forma de filme, Salt coloca (pela enésima vez em Hollywood) os russos como o-povo-mal-que-quer-destruir-o-mundo, os alemães para os ajudarem na missão e os norteamericanos para salvarem a humanidade. Acreditem, não acaba por aí: apesar de toda a frieza nos corações dos skavurskas, o amor pode ser a salvação (ou o ponto fraco). Incrível, não?! E o filme trás ainda os novos vilões do planeta (adivinhem?): os nortecoreanos, oras.

    Enumeremos: o roteiro é uma tentativa fracassada (e esburacada) de reinventar Jason Bourne em formato vaginal; o som perdeu a medida do início ao fim, regulando vozes graves demais até em cenas de rua (que não possuiam sequer interferências naturais) e uma dublagem original péssima; os efeitos visuais e os (d)efeitos especiais são patéticos e atingem seu auge na (des)antológica sequência dos incríveis choquinhos mágicos com poderes de colocar defunto para dirigir carros; e a fotografia oscila entre planos muito bons e planos muito ruins.

    Em meio e muito barulho e corre-corre, as informações vão ficando pelo caminho e dificilmente voltando à tona para serem explicadas ou amarradas. Um monte de pistas soltas que só servem para confundir.

    Salt testou ao máximo a minha boa vontade e confesso que me esforcei para tê-la, mas o filme, para mim, não passou de uma grande piada.

    Confira a galeria de fotos do filme:

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