Assista o trailer de Harry Potter and the Deathly Hallows - Part 1
Após tanta espera a Warner Bros liberou exatamente as 22h desta quarta-feira 22, mais um trailer de Harry Potter e as Relíquias da Morte. Com exibição tanto em 2-D quanto em conversão para 3-D, Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I e Parte II estreiam, respectivamente, em 19 de novembro deste ano e 15 de julho de 2011.
Novo pôster da série The Walking Dead que estreia em 31 de outubro
Se você é apaixonado por filmes e séries de zumbis, está tão ansiosos quanto a gente para a estreia de The Walking Dead a nova série da AMC, que estreia em 31 de outubro na tv americana e no Brasil já foi confirmado a compra da série pela Fox, outros 120 países compram o programa que terá lançamento internacional na primeira semana de novembro. O melhor de tudo é que a série será exibida aqui e nos EUA quase ao mesmo tempo, as tvs a cabo tem mais é que comemorar.
A série “The Walking Dead” é produzida por Frank Darabont e Gale Ann Hurd e mostrará um grupo de sobreviventes que lutam contra zumbis. A premiere contará com um episódio especial de 90 minutos.
Kassie (Jennifer Aniston) é uma mulher madura, solteira, que decide que chegou a hora de ser mãe. Só tem um problema: arrumar um doador de esperma. Por não ter namorado nem esperança de se casar, parte para a produção independente.
Seu grande amigo Wally (Jason Bateman) é totalmente contra a ideia. Mas não tendo como impedir as decisões de Kassie participa de sua “festa de gravidez”, onde fatos inusitados vão criar Coincidências do Amor (The Switch).
Sempre gostei de comédias românticas, são leves e fazem você rir sem muito esforço, além daquele tema “água com açúcar” que convence quando você está de bem com a vida. Porém, ultimamente não tenho visto muitas que caíssem no meu crivo. Até ver Coincidências do Amor.
Jennifer Aniston é sempre a mesma nos filmes que faz, aquela personagem que a consagrou na série Friends. Até que gosto dela nessa medida. Nesse longa não é diferente. Aniston está no desespero da idade que chega e amedronta, impedindo a mulher de ser mãe, e acredita que chegou a hora, mesmo não tendo a certeza se conhecerá alguém interessante no futuro. Olhando por certo ângulo, parece que está fazendo um filme sobre ela mesma, mas a atriz já tratou de adiantar em entrevistas que não está pensando em ser mãe ainda.
Uma boa coincidência, se podemos dizer assim, é que o grande amigo do filme o é também na vida real. Bateman se mostrou genial nessa comédia. Aliás, ele todo é a comédia. Neurótico, cheio de manias, ranzinza, é o típico papel que dá certo nesse tipo de roteiro.
Patrick Wilson, que aqui é Roland, o chefe e conselheiro de Wally, não tem grandes aparições, mas acerta no jeito cômico de ser e tratar as maluquices de seu subordinado.
Mas a grande graça está em Sebastian (Thomas Robinson), o filho de Kassie. O menino inicialmente parece até ser intragável, mas aos poucos vai conquistando com seus trejeitos e manias.
Taí uma comédia romântica que tem uma boa mistura desses dois ingredientes. Você consegue rir e se emocionar durante as cenas, tudo numa dose bem razoável. Não acredito que terá grande bilheteria, mas é uma ótima pedida para um fim de tarde. O final é obvio, mas não menos emocionante.
Sinopse: Em um mundo devastado por um vírus mortal, Alice continua sua jornada para encontrar e proteger os poucos sobreviventes que restaram. Lutando contra a Umbrella, a guerra se torna mais violenta e ela recebe ajuda inesperada de uma velha amiga.
Os fãs dos games ‘Resident Evil’ não aceitam o fato da protagonista da franquia cinematográfica ser uma personagem criada apenas para os filmes. Antes de tudo, trata-se de uma adaptação, o que permite a criação e inserção de personagens e elementos que não estavam na trama dos jogos.
Analisando ‘Resident Evil’ como filme, nesta quarta edição, podemos perceber que a protagonista vivida por Milla Jovovich é um dos maiores acertos da produção. A atriz conseguiu evoluir a cada filme, e neste se torna um dos melhores pontos de uma produção que apela para a ação na tentativa de mascarar o roteiro.
Mesmo criticado pelos jogadores, o primeiro filme foi o melhor até o momento. Misturando um roteiro mais elaborado, com uma boa dose de suspense e algumas cenas de ação, tratava-se de um suspense com zumbis. Os personagens tinham suas motivações expostas, e cada um deles era trabalhado para que houvesse, ou não, identificação com o público.
Ao evoluir da franquia, os produtores usaram o clichê “mais é melhor”, e trocaram o gênero suspense por ação, limitando-se a estacionar a trama e o desenvolvimento dos personagens.
‘Resident Evil: Apocalipse’ trazia uma geneticamente alterada e super-heroína Alice, lutando não só contra os zumbis, mas também contra outras aberrações mais “evoluídas” e mortais. Ao final, mesmo apresentando a tão querida Jill Valentine, o filme acabou pecando por uma direção fraca.
‘Resident Evil: Extinção’ abusou ainda mais da ação, com uma trama um pouco menos cansativa. O diretor Russell Mulcahy conseguiu retomar as rédeas da franquia, criando um interessante mundo pós-apocalipto e uma Las Vegas desolada. A produção foi um pouco melhor que a anterior, e apresentou Claire Redfield, no lugar deixado por Jill (sem grandes explicações).
Neste ‘Resident Evil: Recomeço’, Paul W.S. Anderson retorna ao cargo que havia abandonado desde o segundo filme: a direção.
Desde sua concepção, o quarto filme foi idealizado para implementar o 3D, usando as Fusion Camera System (mesmas de James Cameron em ‘Avatar’). Com a obrigação de entreter os cinéfilos que vão ao cinema em busca de uma experiência tridimensional, Anderson escreveu um roteiro ainda mais superficial que os anteriores, na esperança de unir todas as cenas mirabolantes de ação com pouco diálogo. O resultado foi uma gama de personagens rasos.
A talentosa Ali Larter não tem espaço para aprofundar sua Claire, e Wentworth Miller parece apenas um enfeite masculino, soltando poucas frases e sempre com um beiço sexy. A relação entre os irmãos Redfield é tão profunda quanto um pires.
E como nos últimos filmes, a bela Milla Jovovich e sua – tão criticada pelos jogadores – Alice, leva a atração em suas costas. Ela está ainda mais segura no papel, e dá um show em cada cena, independente se o momento necessita de um timing dramático ou de uma mulher poderosa acabando com 200 zumbis. Falta-lhe apenas um interesse romântico.
‘Resident Evil: Recomeço’ tem o mérito de ser o que mais se aproxima dos games, e deve alegrar os que reclamaram da diferença entre eles. A cena inicial, toda protagonizada por Alice e seus clones, é incessante. Logo no começo, percebemos que a ação vai correr solta durante todo o resto da projeção. E a promessa é cumprida: cenas espetaculares para usar o 3D. Seja nos diversos slow-motions (acredite no diversos), no sangue dos zumbis voando em seu rosto e na luta contra o gigante Axeman (Executioner), uma das cenas mais legais.
Como entretenimento, ‘Resident Evil: Recomeço’ é uma boa pedida. Mas fica a tristeza de uma franquia que a cada filme começa em um ponto, e termina no mesmo.
A Fox acaba de lançar o novo trailer da série Fringe em HQ! No vídeo podemos ver as duas Olívias Dunhan trocadas em suas realidades e perseguidas. A Olívia boa consegue fugir do centro que a mantinha presa e vários guardas armados a perseguem, até que ela consegue pular de um abismo. A Olivia ruim mata alguém que está de costas e aparece dançado em clima de romance com Petter.
Assista:
O segundo vídeo mostra o elenco, dizendo o que Fringe significa para eles:
Trailer de Jogos Mortais - O Final verdadeiramente assustador!
Foi divulgado hoje o primeiro trailer completo do filme “Jogos Mortais – O Final”!! Valeu a pena esperar, por que eles souberam fazer um trailer para 3D fantásticooo!!!! Quero ver quem vai ter coragem de assistir o filme no cinema!!
O medo de que continuações estraguem a imagem boa que temos de determinados filmes sempre toma conta quando os produtores anunciam que aquela história pode virar franquia. Felizmente, de uns tempos para cá, a exigência de haja um mínimo de decência nos roteiros dessas continuações têm impedido algumas catástrofes.
Depois de ceder os direitos para uma refilmagem infame em Hollywood (denominada Quarentena), os diretores e roteiristas de REC (o original espanhol), Jaume Balagueró e Paco Plaza resolveram tentar fazer desta sequência o mesmo sucesso que fizeram em 2007… e conseguiram.
O filme se passa no mesmo prédio em que um vírus havia tomado conta dos moradores e transformado-os em uma espécie de zumbis possuídos pelo demônio. Inicia-se logo depois do término da primeira parte.
Um grupo de policiais, acompanhado de um suposto agente do ministério da saúde, entram no prédio lacrado para tentar resolver o mistério que o ronda e retirar de lá possíveis sobreviventes.
O tal agente é aquele conhecido perfil de personagem que possui informações privilegiadas e que obviamente não as fornecerá com facilidade, causando revolta naqueles que o acompanham. Um figura batida e de interpretação sofrível, pelo ator Johnattan Mellor.
Assim como no primeiro, a equipe técnica transforma-se em personagem, um recurso necessário, já que vários personagens carregam câmeras, na intenção de fazer um registro para posteriores estudos. Esta presença de mais que uma câmera possibilitou uma maior variedade de ângulos e subjetividades, além de proporcionar recursos de montagem do filme, que conferiu maior dinamismo e até mesmo uma não-linearidade advinda do surgimento bem sacado de outros personagens.
Mais zumbis e mais ação e sangue do que na primeira vez, REC: Possuídos calca seus argumentos numa trama que envolve satanismo e rituais de exorcismo, que sempre rendem assunto no cinema e que neste caso soaram coerentes, já que este era um assunto que o primeiro já havia iniciado uma abordagem. Não há nesta sequência a mesma angústia gerada pelo primeiro, pelo fato de que neste, o espectador já sabe mais ou menos o que está acontecendo. Mas a tensão – resultado da falta de trilha sonora e da pouca visibilidade, com propositais problemas nas lentes das câmeras ou problemas no som – de que a qualquer momento novos zumbis podem surgir e a curiosidade de saber como a história terminará permanece.
Tudo isso poderia ir por água abaixo se o desfecho não fosse bom, mas ele satisfaz e aponta para uma outra sequência, que pode ser muito boa, mas que também pode perder o brilho que a linguagem dos planos subjetivos deu às duas primeiras partes. É esperar para ver.
É bem verdade que REC: Possuídos não possui o mesmo tom de inovação do primeiro, mas continua com a mesma inteligência e suspense de arrepiar.
Foram divulgadas hoje 31, novas fotos do filme Resident Evil – Afterlife. Na continuação da saga, Alice (Milla Jovovich) continua procurando sobreviventes da infestação pelo vírus T-Virus. Alice recebe uma pista que parece ser uma boa chance de conseguir um lugar seguro para todos os sobreviventes, então segue para Los Angeles, só que quando ela chega lá descobre que a cidade está tomada por mortos-vivos e que está prestes a cair em uma armadilha.
O longa foi todo filmado em 3D, o que evita aquelas péssimas adaptações, novamente dirigido por Paul W.S. Anderson, será lançado em 10 de setembro nos EUA e aqui no Brasil em 17 de setembro.
Veja as fotos
(Clique para ampliar)
Época de pouca criatividade é época de trazer à tona velhos sucessos em novas roupagens, a fim de que se criem novos sucessos. O caso mais recente é este Karatê Kid, que se aproveita da popularidade do título do filme de 1984, para iniciar uma nova franquia.
Estranhamente, de karatê este longa nada tem. O filme começa com o garoto de 12 anos Dre (Jaden Smith) e sua mãe (Taraji P Henson) se mudando dos EUA para a China, onde ela conseguira um emprego. Com dificuldades de integração com os garotos do local, que o intimidam como se fossem gangues mirins, Dre faz amizade com Meying (Wenwen Han), uma dedicada aluna de violino. Eles enfrentam vários impecilhos para serem amigos e Dre encontra no kung fu (!) a única arma para ser aceito e se impor naquela comunidade. Para concorrer num campeonato regional, ele contará com a ajuda de Han (Jackie Chan), teoricamente apenas o “cara da manutenção” do prédio onde o menino mora, mas que discretamente omite suas habilidades na citada arte marcial – que não é o karatê, lembrem-se, é o kung fu.
O longa é dirigido por Harald Zwarts (A Pantera Cor-de-Rosa 2), um especialista em pieguice técnica. Ele enche o filme de cenas desnecessárias – como a patética e surreal cena de luta entre Jackie Chan e um bando de crianças, com direito a efeitos “Matrix” e talquinho nas blusas, para fazer poeira quando levam um soco – e abusa dos clichês e da paciência do público com um mínimo de exigência.
Jaden Smith, o filho do Will, sai do patamar de “promessa de talento” (o que aparentava ser quando ainda garotinho, em À Procura da Felicidade) para ser uma “promessa de sucesso”. Dois títulos que não necessariamente andam de mãos dadas. A fase mais criancinha dele era, pelo menos, mais encantadora do que esta fase “olha-como-sou-uma-criança-adulta”.
O grande (e talvez o único) destaque do filme é Jackie Chan, que demonstra serenidade e maturidade na atuação. Ainda assim, nem ele atinge o nível de simpatia do Pat Morita na versão de mais sucesso da franquia (a de 1984). Os tempos eram outros e talvez por isso esta refilmagem não encontre o mesmo lugar no coração do público como a outra encontrou.
Com um primeiro terço arrastado e sem graça, o filme assume um ritmo mais dinâmico no segundo terço – apostando em uma trilha sonora que vai de Lady Gaga a uma versão chinesa do Gorillaz – e fica mais divertido, mas perde novamente o ritmo no final e termina da maneira mais boboca possível. Nem mesmo aquela que seria a sequência apoteótica da história empolga.
A expectativa de que uma nova roupagem poderia ser bem feita e de que a nostalgia poderia agradar o espectador da geração de 80 se esvaiu em uma infeliz imitação, na qual todo chinês fala inglês e a moral de perseverança e dedicação que as artes marciais tanto pregam dá lugar ao sentimento de revolta e busca pela vingança. Uma lástima.
Assista o trailer:
Em exibição:
Shopping Boa Vista
R. José de Alencar, 105, Recife
14:20 | 17:20 | 20:20
Crítica por: Fred Burle (Fred Burle no Cinema)
Fotos: Divulgação
Foram divulgados três clipes para o próximo episódio de True Blood 03×11, sabia o que vem por ai!
Sam completamente bêbado faz uma cena em seu em seu bar, afastando os clientes que nem sequer se preocuparam em pagar a conta. No próximo episódio de “True Blood”, Sam abraça o seu lado negro, excluindo todos, exceto Tara.
Em outro lugar, Jason tenta entender a revelação de Cristal. A misteriosa personagem interpretada por Lindsay Pulsipher finalmente confessa a Jason que ela é uma metamorfa e que sua vida não é só conto de fadas.
Enquanto isso, Eric confronta Russell com o fato de que os mais velhos vampiros assassinaram seu pai por motivos ridículos. Mesmo sabendo que ele não é páreo para o Rei, Eric tenta enfrentar Russell em um confronto final.
Chamado de “Fresh Blood”, o episódio irá ao ar neste domingo, 29 de agosto. Bill tenta ganhar de volta a confiança de Sookie, mas acaba por levá-la cara a cara com o perigo. Hoyt e Jessica assumem seu romance. Com a ajuda de Holly, Arlene coloca o seu futuro nas mãos de uma deusa; Após a lombra do V, Lafayette luta com os demônios novamente.