Postado em 17 de setembro, 2010 | Por Luruk

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[CRÍTICA] Coincidências do Amor (The Switch)

Kassie (Jennifer Aniston) é uma mulher madura, solteira, que decide que chegou a hora de ser mãe. Só tem um problema: arrumar um doador de esperma. Por não ter namorado nem esperança de se casar, parte para a produção independente.


Seu grande amigo Wally (Jason Bateman) é totalmente contra a ideia. Mas não tendo como impedir as decisões de Kassie participa de sua “festa de gravidez”, onde fatos inusitados vão criar Coincidências do Amor (The Switch).

Sempre gostei de comédias românticas, são leves e fazem você rir sem muito esforço, além daquele tema “água com açúcar” que convence quando você está de bem com a vida. Porém, ultimamente não tenho visto muitas que caíssem no meu crivo. Até ver Coincidências do Amor.

Jennifer Aniston é sempre a mesma nos filmes que faz, aquela personagem que a consagrou na série Friends. Até que gosto dela nessa medida. Nesse longa não é diferente. Aniston está no desespero da idade que chega e amedronta, impedindo a mulher de ser mãe, e acredita que chegou a hora, mesmo não tendo a certeza se conhecerá alguém interessante no futuro. Olhando por certo ângulo, parece que está fazendo um filme sobre ela mesma, mas a atriz já tratou de adiantar em entrevistas que não está pensando em ser mãe ainda.

Uma boa coincidência, se podemos dizer assim, é que o grande amigo do filme o é também na vida real. Bateman se mostrou genial nessa comédia. Aliás, ele todo é a comédia. Neurótico, cheio de manias, ranzinza, é o típico papel que dá certo nesse tipo de roteiro.

Patrick Wilson, que aqui é Roland, o chefe e conselheiro de Wally, não tem grandes aparições, mas acerta no jeito cômico de ser e tratar as maluquices de seu subordinado.
Mas a grande graça está em Sebastian (Thomas Robinson), o filho de Kassie. O menino inicialmente parece até ser intragável, mas aos poucos vai conquistando com seus trejeitos e manias.

Taí uma comédia romântica que tem uma boa mistura desses dois ingredientes. Você consegue rir e se emocionar durante as cenas, tudo numa dose bem razoável. Não acredito que terá grande bilheteria, mas é uma ótima pedida para um fim de tarde. O final é obvio, mas não menos emocionante.

Trailer:

Crítica por: Silvia Freitas

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Sobre o Autor

Criadora do Espalha Fato. Viciada em séries como The Good Wife e Will and Grace, além de milhares atuais. Fã dos anos 80, suas músicas e clássicos do cinema. Fotografa, blogueira e desenhista por paixão. Web Design por formação.



One Response to [CRÍTICA] Coincidências do Amor (The Switch)

  1. Anderson says:

    Amo a Jennifer, assisto a qualquer coisa que ela faça!

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