Advogado do jogador de futebol: “Isso corrobora que a relação sexual foi consensual”

Guardiolaadvogado de Daniel Alves, ficou encarregado de concluir esses três dias de julgamento. A magistrada tem insistido que nunca incomodou a suposta vítima, que conhecia a identidade do brasileiro e que a relação era consensual. Além disso, ela destacou o consumo de álcool de seu cliente.

“Senhor. Alves Beba e reabasteça seus copos até seis vezes. Ele havia alterado as faculdades cognitivas e volitivas. Eles até o impediram de dirigir”, lembrou. Guardiola.

O advogado insiste que a vítima nunca se sentiu desconfortável. “A sexualização do comportamento entre a denunciante e a acusada é clara. Ela esfrega as nádegas nas partes íntimas do homem”. Alves. A violência descrita pelo denunciante durante a penetração é incompatível com a prova médico-pericial. Nenhuma lesão foi observada em sua genitália interna ou externa. Ela corrobora que a relação sexual foi consensual”; concluiu Guardiola.

O abraço da mãe de Alves e Joana Sanz na saída da quadra

A defesa de AlvesAlém disso, questiona a história da suposta vítima no banheiro. “A única impressão digital da denunciante encontrada na cisterna é a que corresponde à borda palmar ulnar de sua mão direita. É impossível que seja compatível com o apoio descrito pela denunciante. mão esquerda e apoia as mãos no vidro. Evidências objetivas invalidam sua afirmação”, explicou ele.

Por outro lado, considera que deveria ser emitida uma absolvição. “É fundamental avaliar o comportamento anterior para avaliar o consentimento. Havia atração sexual entre eles. Falta de externalização do consentimento”, expressou. Guardiola. A defesa de Alves apontou o que, segundo ela, poderia ser a justificativa para esse comportamento: “A única explicação plausível é porque ela estava com raiva de si mesma por ter tido um encontro sexual esporádico”.

Além disso, insistiu que “nunca” o trabalho da defesa tentou “julgar a atitude do denunciante”. “Analisamos o comportamento anterior das partes, ninguém julga se a denunciante se saiu bem na entrada do banheiro ou na sua forma de dançar”, comentou.



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