Taylor Schilling

Vida pessoal de Taylor Schilling: desmascarando rumores e ambigüidades

A atriz de olhos azuis Taylor Schilling foi amplamente aclamada por seu papel em “Orange is the New Black”, mas sua vida pessoal, especialmente sua sexualidade, tem sido um tema de debate. Há dois anos, começaram a circular rumores sobre suas possíveis preferências pelo mesmo sexo, levantando questões sobre seus relacionamentos e estado civil.

Primeira infância e antecedentes:

  • Taylor, nascido em Boston em 1984, vem de uma origem étnica branca. Criada em uma família divorciada, ela navegou entre Roxbury e Wayland durante sua juventude, ao lado de seu irmão mais novo, Sam Schilling.
  • A separação de seus pais não impediu sua paixão precoce por atuar, pois ela se tornou uma fã ávida do drama médico da NBC ER e começou a aprimorar suas habilidades de atuação ainda jovem.
  • A educação desempenhou um papel crucial na formação da jornada de Taylor. Ela se formou na Wayland High School em 2002 e fez bacharelado em artes na Fordham University, graduando-se em 2006.
  • Para refinar ainda mais seu ofício, ela se matriculou em um programa de pós-graduação na Tisch School of the Arts, em Nova York, mas saiu no segundo ano para seguir carreira na indústria do entretenimento.

Realizações profissionais:

Em 2013, a interpretação de Piper Chapman por Taylor em “Orange is the New Black” lhe rendeu o Satellite Award de Melhor Atriz em Série de Televisão. Seguiram-se indicações para o Globo de Ouro e o Primetime Emmy Award, mostrando seu talento e reconhecimento na indústria.

O enigma da sexualidade de Taylor Schilling

Taylor Schilling é gay?

As especulações em torno da sexualidade de Taylor persistiram, com informações conflitantes sobre sua história romântica. Fontes sugerem relacionamentos anteriores com homens durante seus anos de faculdade, mas Taylor não confirmou nem negou essas afirmações. A ambigüidade se aprofunda à medida que circulam rumores sobre ela possivelmente ser bissexual ou homossexual.

Relacionamento com Carrie Brownstein:

Para aumentar a intriga está a estreita amizade de Taylor com Carrie Brownstein, uma musicista e atriz americana.

Apesar da aparente intimidade entre eles, a natureza de seu relacionamento permanece desconhecida. Rumores sugerem uma conexão que remonta a março de 2015, supostamente se tornando pública em agosto de 2015. No entanto, ambas as partes não confirmaram nem refutaram esses rumores.

Casamento e planos futuros:

Taylor Schilling, conhecida por sua privacidade, mantém guardados detalhes de sua vida pessoal.

Ela não mostra nenhuma inclinação para se estabelecer ou ter filhos em um futuro próximo, enfatizando seu foco na carreira. Embora adore crianças, ela afirma que o momento certo é essencial e planeja abraçar a paternidade quando chegar o momento certo.

Taylor Schilling (Imagem: Instagram)

Declarações Ambíguas:

A própria Taylor contribuiu para a ambigüidade em torno de sua sexualidade, afirmando em uma entrevista que desafia rótulos e se recusa a ficar confinada às normas sociais.

Descrevendo-se como uma pessoa expansiva, ela enfatizou ter relacionamentos sérios sem necessidade de categorização. Sua abertura sobre o amor e um comentário sobre não se importar com sua origem alimentaram ainda mais as especulações.

Meditação Transcendental e Status de Relacionamento:

Adicionando outra camada ao mistério, Taylor pratica a Meditação Transcendental. Embora sinais ocasionais possam apontar para uma ligação com Carrie, ela descarta a ideia de namorar mulheres, enfatizando os desafios de estar com alguém.

Declarando recentemente seu status de solteira, ela permanece aberta a compartilhar detalhes sobre sua vida amorosa quando encontra o parceiro certo, retratando-se como uma monogâmica em busca de um parceiro no crime.

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Família: abraçando laços excêntricos em uma comédia encantadora”

Em 23 de abril de 2019, A estreia de Laura Steinel na direção, “Família”, deu vida a uma história sobre como abraçar as excentricidades interiores. O filme gira em torno de Kate (Taylor Schilling), uma mulher viciada em trabalho e autodestrutiva, que inesperadamente se vê observando sua sobrinha, Maddie, por apenas uma noite – um compromisso que se estende por uma semana transformadora.

Par incompatível:

Maddie, interpretada por Bryn Vale, não é uma típica estudante do ensino médio. Com peculiaridades que lembram personagens de “Hereditário” e “Role Models”, ela e Kate, uma dupla pouco convencional no papel, formam um vínculo inesperado. Apesar das diferenças, ambos encontram consolo em não se conformarem com as normas sociais.

Comédia Excêntrica Eficiente:

“Família” navega pelo espaço excêntrico, unindo a comédia com precisão e inteligência. Embora não inove, o filme, liderado pela atuação afiada de Taylor Schilling, oferece uma experiência comovente e divertida. A narrativa eficiente o distingue de filmes semelhantes, oferecendo uma visão refrescante do gênero.

O elenco empilhado:

O elenco, composto por Taylor Schilling, Bryn Vale, Kate McKinnon, Brian Tyree Henry e outros, contribui para o sucesso do filme. Schilling, conhecida por seu papel em “Orange is the New Black”, brilha ao mostrar seus talentos cômicos, enquanto o elenco de apoio acrescenta profundidade e humor à narrativa.

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Taylor Schilling (Imagem: Instagram)

Integração rígida de roteiro e humor:

Contrariamente às tendências cómicas recentes, “Família” destaca-se por integrar perfeitamente o humor na sua narrativa.

O roteiro, com 86 minutos concisos, evita exagerar nas boas-vindas. Cada piada serve a história, distinguindo-a de comédias como “Blockers”, que às vezes priorizam o humor em detrimento da coerência narrativa.

Individualidade e Aceitação:

A mensagem central do filme gira em torno da aceitação do verdadeiro eu. Tanto Kate quanto Maddie descobrem o conforto de abraçar sua singularidade. Tendo como pano de fundo o Encontro dos Juggalos, o filme encontra humanidade e bondade inesperadas, desafiando as normas e aparências sociais.

Conheça o irmão de Taylor Schilling, Sam

Taylor Schilling, a renomada atriz, tem um irmão mais novo chamado Sam Schilling. Nascido em 30 de outubro de 1996, em Fargo, Dakota do Norte, Sam se aventurou no setor de entretenimento, fazendo uma estreia notável em “Way of the Warriors”.

Além de sua presença na tela, Sam é reconhecido por suas proezas atléticas, destacando-se no golfe e no hóquei. Em 2020, ele alcançou um marco acadêmico ao obter um diploma em Alimentação e Nutrição pela Universidade do Alabama.

2. Irmão de Taylor Schilling: uma personalidade dinâmica

Sam Schilling emerge como um indivíduo dinâmico, que se estende além das sombras da fama de sua irmã. Seus diversos talentos em atuação, esportes e filantropia criam uma identidade única para ele na indústria do entretenimento. Como irmão de uma atriz conhecida, Sam continua a fazer avanços significativos, deixando sua marca em vários domínios, incluindo esportes, educação e iniciativas de caridade.

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Taylor Schilling (Imagem: Instagram)

3. Árvore genealógica de Taylor Schilling: uma complexa tapeçaria de origens

  • A árvore genealógica de Taylor Schilling é uma rica tapeçaria tecida a partir de diversas origens e experiências. Nascida em Boston, Massachusetts, em 27 de julho de 1984, Taylor compartilha suas raízes com seu irmão mais novo, Sam Schilling.
  • Patricia e Robert J. Schilling, seus pais, levaram vidas separadas, com Patricia contribuindo para a academia no MIT e Robert seguindo carreira como promotor.
  • O mosaico étnico da família Schilling é intrincado, misturando ascendência alemã, inglesa, sueca, holandesa, escocesa-irlandesa/irlandesa do norte no lado materno e ascendência polonesa e irlandesa no lado paterno. Esta herança diversificada molda significativamente a identidade e a narrativa pessoal de Taylor, refletindo a complexidade e a unidade encontradas em sua árvore genealógica.

4. Diferença de idade entre Taylor Schilling e Sam Schilling: pontes ao longo do tempo

  • Taylor Schilling e seu irmão Sam compartilham uma diferença de idade de cerca de doze anos. Taylor, nascida em 1984, estabeleceu-se na indústria do entretenimento.
  • Em contraste, Sam, nascido em 30 de outubro de 1996, fez sua estreia como ator em “Way of the Warriors” e mostrou seu talento atlético em esportes como golfe e hóquei.
  • Apesar da diferença de idade, o relacionamento deles é dinâmico e de apoio. As conquistas de Taylor provavelmente servem como fonte de motivação e orientação para Sam.
  • A substancial diferença de idade promoveu uma dinâmica única, combinando amizade e orientação, mostrando a profundidade duradoura do seu relacionamento nos diversos caminhos que trilham na vida.

Na estreia de ‘Pam e Tommy’ em Los Angeles (25 de janeiro de 2022)

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Antecedentes pessoais: Sam Schilling

Ele nasceu em 30 de outubro de 1996, em Fargo, Dakota do Norte.

2. Estreia no filme:

Ele está fazendo sua estreia no cinema em “Way of the Warriors”, onde interpreta o personagem Robby “Nages” Nagel. Este filme, escrito e dirigido por John Montague, está atualmente em desenvolvimento com os produtores Michael Tadross Jr. e Arnold Rifkin.

3. Educação e Primeira Vida:

Enquanto crescia, Sam esteve envolvido em esportes competitivos, principalmente hóquei e golfe. Em 2020, ele se formou em Alimentação e Nutrição pela Universidade do Alabama. Durante sua trajetória acadêmica, também estagiou em ambientes clínicos, adquirindo experiência prática trabalhando com atletas.

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Taylor Schilling (Imagem: Instagram)

4. Paixão por uma vida saudável:

Sam tem uma profunda paixão por uma vida saudável. Ele se dedica a ensinar outras pessoas como melhorar seu estilo de vida por meio de uma combinação de exercícios e uma dieta nutritiva.

5. Interesses:

Além de sua carreira cinematográfica e do compromisso com a saúde, Sam tem interesses diversos. Isso inclui atuar, cozinhar, fazer exercícios, passear de barco, viajar e passar bons momentos com amigos e familiares.

6. Perfil do Artista:

Fornecendo informações adicionais sobre a formação e os interesses de Sam Schilling, esta Mini Biografia da IMDb oferece uma visão geral concisa de sua jornada e dos vários aspectos que o definem como indivíduo e artista. No outono de 2009, Taylor Schilling emergiu como a história da Cinderela no mundo. da rede de televisão.

Apesar de ter apenas um crédito na tela em seu nome, ela conseguiu o papel principal no drama da NBC, “Mercy” (2009-10). O que tornou essa decisão de elenco notável foi que, na época, Schilling ainda trabalhava como babá em Manhattan.

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Taylor Schilling (Imagem: Instagram)

O papel inovador

As audições de Taylor Schilling para “Mercy” deixaram uma impressão indelével nos produtores. Apesar de seu status relativamente desconhecido, eles ficaram tão impressionados que confiaram a ela o papel central de uma enfermeira operária e endurecida pela guerra, central no hospital de mesmo nome do programa.

Essa reviravolta inesperada marcou um marco significativo na carreira de Schilling, impulsionando-a da obscuridade para a vanguarda das redes de televisão.

Os talentos únicos de Schilling

O que diferenciou Taylor Schilling foi sua habilidade excepcional de retratar personagens com uma mistura sutil de coragem ranzinza, pathos profundo e vulnerabilidade humana genuína.

Seu talento foi um catalisador para sua repentina promoção ao centro das atenções, sugerindo um futuro promissor para esta atriz promissora.

Perspectivas para o Futuro

A ascensão abrupta de Taylor Schilling à proeminência em “Mercy” não apenas mostrou sua habilidade como atriz, mas também sugeriu uma potencial ascensão meteórica em sua florescente carreira de atriz.

Esta reviravolta inesperada no outono de 2009 marcou o início do que prometia ser uma jornada notável para Taylor Schilling no mundo do entretenimento.

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