Cazorla comemora seu triplo.

Nós temos melhorou um pouco em tudo“. Essa foi a avaliação de Miguel Mndez após o lançamento de Espanha no Pré-Olímpico Olímpico de Sopron. Em questão de horas, ‘La Familia’ passou de enfrentar uma reta final com o Canadá em crescimento e uma final no último dia poder ter o ingresso olímpico sem jogar. Ou jogando mas com o rival – a Hungria, a anfitriã – já classificada. A Espanha voltou às origens, ressurgiu e lembrou aquele DNA competitivo que permanece em qualquer jogador que vista essa camisa. É a grande chave para um Pré-Olímpico voltar a ser.

Cazorla comemora seu triplo.FEVEREIRO/NEVADO

Houve muitos pontos-chave no avivamento. A prisão de Queralt Casas e seus seis roubosa decisão de Megan Gustafson -chegue e beije o santo- para dar lances decisivos com sucesso, e um final em que o casal Maite Cazorla-Cristina Ouvia pegou o touro pelos chifres. Lapea, o magnífico treinador do Canadá, não se adaptou e a Espanha atirou-lhe as presas. Aqueles que não compareceram contra o Japão.

É uma diferença insignificante, mas que faz diferenças de forma paradoxal. De quase não cometer nenhuma falta e se afogar na loucura do Japão com Hayashi e Yamamoto de salto agulha. Ser duro, enérgico. “Crescemos a partir da defesa”, disse Casas. E os números não mentem: 55 pontos sofridos, 19 turnovers causados, 15 roubos de bola. Lapea reclamou amargamente da arbitragem. “A Espanha beira a ilegalidade com Carleton”, destacou. Mas na balança é preciso colocar que ‘A Família’ foi um show de bastidores.

Espanha beira a ilegalidade com Carleton

Victor Lapea

A seleção

A Seleção Nacional comemora a vitória.FEVEREIRO/ALBERTO NEVADO

Não se pode mudar o slogan do confronto contra a Hungria. A ameaça são as torres de Hatar-Juhasz, mas a Espanha deve manter a pressão, a intensidade e ser reforçada pela contribuição goleadora de Cazorla, María Conde ou Megan Gustafson. A de Wisconsin é uma das ‘chefes’ em pontuação e tem média de 15,5 pontos -o segundo maior do torneio- e 4 rebotes não engana.

“Não pode haver euforia, mas temos consciência de onde estamos e da responsabilidade pela magnitude do objectivo”, disse Ouvia. Melhor Espanha, cresceu e desembarcou numa nova dimensão para encerrar a sua aventura no Novomatic Arna Sopron. A conta é simples: se o Japão vencer, vai para Paris. Se o Canadá vencer, os Jogos estarão a uma vitória de distância contra uma Hungria já qualificada, se isso acontecer.



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